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buscape e bondfaro

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Siga confiante

Avance com bondade.

Cada avanço dentro de você corresponde
a um passo a mais na direção da felicidade.

Toda vez que você desvenda um segredo
divino, guardado dentro do seu ser,
brota-lhe um maior prazer pela vida.

Por esta razão, é indispensável a busca, a luta,
a reflexão para conhecer-se a si mesmo.

Dacompreensão de si mesmo nasce
a alegria, que gera a paz.

Siga confiante.

A chave do amor abre as portas da felicidade.

domingo, 5 de setembro de 2010

Mensagem do dia – Crê em ti, age e verás os resultados.

A vontade realiza prodígios.

Está à tua disposição a potência, o poder de bem
realizar, de vencer adversidades, reduzir atritos,
convencer nos negócios honestos, melhorar de emprego,
ampliar amizades, obter a paz no lar e tudo o mais.

Quanto mais te convences de que podes ser feliz, de
que tens em ti os atributos da paz, ação, resistência
e amor, mais as facilidades chegam a ti.

No entanto, se preferes viver emlamentações, na
recusa à prática do bem ou no cultivo de
vícios, ergues, desnecessariamente,
barreiras a ti mesmo.

Crê em ti, age e verás os resultados.

Quanto te esforças, a vida também
se esforça para te ajudar.

sábado, 3 de julho de 2010

UMA LUZ NO FIM DO TUNEL

Mensagem do dia – Luz no fim do túnel.

Quando estamos com um problema, dizem-nos para
nos animar, que “há uma luz no fim do túnel”.

A luz, nesse caso, simboliza a solução, a
libertação, o grande bem que esperamos.

Isso nos faz pensar em como deve ser boa uma luz que
nunca se apaga, com poderes muito maior
do que os de eliminar um problema.

É que grande ânimo nos dá a crença de que essa luz está
permanentemente à nossa frente para nos socorrer e elevar.

Enxergue essa luz diante de você…

Luz de bom futuro, progresso e realizações.

Veja-a, que o seu coração se animará e arrastará você para ela.

Valorize os seus tesouros internos, as suas esperanças, as
suas fortalezas, e aja que Deus abençoará você.

Se você abre o seu coração, a luz entra nele.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

do momento de desespero





Vincent van Gogh, que sofria de depressão e cometeu suicídio, pintou esse quadro em 1890 de um homem que emblematiza o desespero e falta de esperança sentida na depressão.






Dentro de mim às vezes me sinto como esse homem retratado por van Gogh. Me sinto desesperado, sem sentido na vida. Principalmente quando estou nas minhas crises de negação da existência de qualquer divindade e quando aflora em mim um existencialismo e materialismo. Mas acho que momentos angustiantes como esse surge em todas as pessoas, nem sempre pelos mesmos motivos.

Às vezes penso que sou louco e me dá vontade de gritar pra todo mundo pedindo ajuda. Mas gritar pra quêm? Me vêm à mente outro quadro famoso mas dessa vez de Munch, o quadro chamado O Grito.
Sinto-me por vezes jogado pela minha mente de um lado para outro como que um barco em alto mar enfrentando forte tempestade. Mas não pensem que estou assim porquê não quero, ou porquê estou endemoniado, ou por forças externas de qualquer tipo. Estou assim porque tracei isso pra mim. Escolhi ser assim. Ser uma transição. Ser um fluxo constante.
Adorava quando criança experimentar cada ano um tipo de letra no caderno do colégio. Na primeira série escrevia cursivo, na segunda série escrevia em caixa alta, na terceira série escrevia tudo emendadinho, na quarta escrevia todas as letras separadas e por aí vai.
Adorava no final do ano letivo pegar as últimas páginas em branco do caderno pra inventar um novo detalhe no "b", no "t", no pingo do "i", etc. Era divertido ver no ano seguinte a surpresa dos meus colegas de classe e dos professores como minha letra havia mudado.
Todo ano traçava uma nova palavra que iria usar mais frequentemente, até mesmo um novo jeito de andar, de se vestir.
Mudei até mesmo a forma de raciocinar quando calculando alguma coisa que uso até hoje porque deu certo.
Mudava também a forma como pronunciava as palavras, quando criança não conseguia pronunciar a palavra areia por causa do "r", eu falava "aieia". Resolvi bater a língua nos dentes pra falar correto e deu certo. Coisas simples. Sou natural do Maranhão e por lá o "r" é pronunciado aspirado à lá moda francesa como dizem alguns. Quando mudei pro Paraná tive que pronunciar um "r" à la gaúcho pra poder ser compreendido. Até mesmo no meu nome, que para minha sorte [ou seria azar haha] tem um "r" bem no meio, tive que experimentar outra pronúncia da que estava acostumado.
Quando descobri a Bíblia na minha casa, dentro de um baú de livros velhos fiquei espantado com a sapiência de Provérbios. Queria seguir aqueles provérbios à risca. Quando descobri no Novo Testamento o Sermão da Montanha fiquei maravilhado. Como poderia alguém ter escrito aquilo. De onde vinham aquelas palavras que pareciam me cortar no meio, me dilacerar a alma e mostrar o quanto eu estava errado sem nunca ter ouvido falar da existência de Deus.
A Bíblia me mostrou meus erros, minhas fraquezas, me deu objetivos, alvos, sentido na vida. Lembro ainda hoje como devorei ela mais de cinco vezes em um ano. Numa fome que não havia sentido por nenhum outro livro, de nenhum pensador, nem mesmo pelos livros do colégio que tanto amava. E jurei pra mim mesmo seguir aquele livro pra sempre. Prometi que ele seria minha inspiração e meu alvo por toda a vida.
Depois dessa leitura apaixonada da Bíblia descobri que haviam igrejas, que haviam sacerdotes. Minha família me colocou pra fazer catecismo pois viu minha paixão pela Bíblia e talvez tenham intentado me fazer padre. Mas eu questionava a catecista sobre as imagens, sobre as rezas serem de fórmulas pré-escritas por alguém e mesmo com essas dúvidas aceitei continuar o catecismo e para poder fazer primeira comunhão precisei num domingo anterior passar pelo batismo de aspersão conforme ensinado pela Igreja Católica.
Mas os dois anos que antecederam esse batismo na Igreja Católica que foram também os tempos em que fiz catecismo, minha mente foi agitada pelas visitas de um Testemunha de Jeová. Durante um ano inteiro ele me visitou e me expôs seus ensinamentos. Eu aceitava alguns como o dever de estudar a Bíblia [que sigo até hoje e considero bíblico], aceitava a não comemoração de aniversários, aceitei a não comemoração do Natal, mas me incomodava quando ele pregava ser Jesus apenas um homem qualquer, sem divindade, sem poder algum.
Não era isso que eu lia nas páginas do Novo Testamento, não era um Jesus humano que os apóstolos pregavam tão apaixonadamente a até morriam para pregar, como Tiago, Paulo, Pedro, João e todos os outros. Jesus não podia ser simplesmente humano, era o que eu dizia para meu amigo Testemunha de Jeová. Ele se admirava de meu saber e queria saber se eu era crente. Eu não sabia o que era crente. Tudo que eu sabia era porque tinha na Bíblia, e era isso que respondia pra ele. Via seu olhar de confusão mas não podia saber nada.
Um aluno normal dos Testemunhas de Jeová, estudaria uma lição por visita e cada visita poderia ser uma vez na semana ou duas. Eu, no entanto, estudava uma revista inteira em cada visita. E eram duas por semana. Muitas coisas que eu perguntava meu amigo ia pesquisar com seus superiores e me trazia a resposta na outra visita.
Os estudos foram prosseguindo com esse amigo quando descobri lá em casa um livro chamado o Terceiro Milênio de Alejandro Bullon, e decidi guardar o sábado. E tive o questionamento se quando morríamos ficávamos durmindo ou conscientes. Aprendi nas palavras de Jesus na história do rico e de Lázaro que ficávamos conscientes e aquietei. Mas começou aí meus questionamentos mais profundos sobre a doutrina que meu amigo Testemunha de Jeová me apresentava, como somente alguns poucos iriam pro céu? Como Jesus poderia ter voltado espiritualmente em 1914? Isso tudo contrariava as esperanças que a Bíblia me ensinava. Como Jesus teria voltado e eu não tinha visto e no globo terrestre ninguém havia propagado no meios seculares? Como tirar minha esperança de ir pro céu e ficar na dúvida até a vinda visível de Cristo?
Resolvi não prosseguir estudando com meu amigo e o dispensei, triste por perder um tão profícuo estudante das Escrituras ele partiu.
Fiquei então só eu, a Bíblia e meu catecismo que ensinava algumas coisas sobre Deus. Me batizei por aspersão na Igreja Católica e no domingo seguinte fiz minha primeira comunhão, ainda fui duas vezes participar da Eucaristia mas nunca mais sentia que ali não era meu lugar.
Dentro de casa nessa época muitas confusões aconteciam, meu pai traía minha mãe e isso perturbava toda a nossa casa. Agora era "católico", com idéias reformadoras. Achava que podia reformar a Igreja Católica para limpá-la dos seus erros e paganismo. Mas li nos anais da história dos meus livros da sétima série que outros haviam tentado não haviam conseguido.
Resolvi procurar uma comunidade cristã que pregava aquilo que a Bíblia havia me ensinado. Diferente da maioria dos convertidos da minha época, cheguei na Igreja Assembléia de Deus já conhecendo porções das Escrituras e pregando o Sermão da Montanha, evangelizei e ensinei discípulos de Cristo. Minha vocação descoberto foi: o Ensino.
Me deram uma classe de adolescentes, me tornei professor de Escola Dominical. Dois anos maravilhosos. Aprendia com eles pois tinham minha idade e eles aprendiam comigo por causa de meus estudos. Pregava na igreja. Conheci então o Batismo com o Espírito Santo. Agora era não somente estudante do movimento pentecostal mas também participante desse movimento do Espírito.
Então descobri o Orkut e descobri mais um mar de denominações, de variações doutrinárias, de ideologias humanas transvestidas de teologias. Aprendi muito e evolui muito. Participava de muitas comunidades de debates cristãos, sobre tudo.
Quando vim pro Paraná em 2006, já estava mais "polido", já não era tão fundamentalista. Mas ainda era protestante em crenças e práticas. Já tinha algumas dúvidas da existência de Deus, mas não eram tão fortes. Me perguntava se não havia me enganado durante tantos anos estudando coisas que talvez seriam vãs. Havia vasculhado toda a Teologia, e conhecia mais dela do que todos os meus amigos. Havia superado muitos de meus mestres, mas agora dúvidas pairavam sobre minha cabeça.
No Paraná pude estudar na EETAD como desejei desde ouvir falar de sua existência. Pude concluir um curso básico de teologia no IBADEP. Mas todos esses cursos se mostraram muito tendeciosos a defender a denominação, no caso a Assembléia de Deus.
Gostava de questionar se nossa linha teológica era mesmo a mais correta. Descobri que não. Havia muitas coisas que deveriam ser pregados com menos ardor do que realmente estavam sendo pregados, exemplos? R. os costumes, o batismo do Espírito Santo em detrimento da Salvação da alma e por aí vai.

Será que o Pré-Milenismo era mesmo correto? Será que as práticas judaicas deveriam ter sido mesmo esquecidas? Será que Paulo em cujos escritos muitas doutrinas estão baseadas antes mesmo de estarem baseadas em Cristo, pregou a verdade? Perguntava mas ninguém me respondia. No Orkut nas comunidades "Perguntas Cristãs Complicadas" e "Perguntas Cristãs Complexas", site "Monergismo.com"e também na comunidade "Os Céticos querem saber" encontrei mentes que podiam responder minhas perguntas e me apontar alguma direção pra seguir.
Agora continua estudando Teologia Bíblica, como desde o início, mas nessa peregrinação fui atraído pelo existencialismo e materialismo e hoje também estudo com afino a filosofia. Não visito mais igrejas como membro. Sou visitante em diversos grupos filosóficos e religiosos; e estou assim por espontânea vontade. Pra descobrir alguma coisa. Estou peregrinando.
Peregrinando como O Peregrino de John Bunyan, talvez chegue na Cidade Celestial como ele.

O SEGREDO DA ORAÇÃO - desespero


"Alguma vez você já se perguntou o que é a oração? Será que Deus responde as nossas orações simplesmente para que não continuemos a incomodá-Lo? E por que às vezes parece que Ele não ouve nossas petições? Precisamos compreender este assunto para que a oração se torne uma arma poderosa em nossas mãos.

"E, levantando-se dali, foi para os termos de Tiro e de Sidom, e, entrando numa casa, não queria que alguém o soubesse, mas não pôde esconder-se; porque uma mulher, cuja filha tinha um espírito imundo, ouvindo falar dele, foi, e lançou-se aos seus pés. E esta mulher era grega, siro-fenícia de nação, e rogava-lhe que expulsasse de sua filha o demônio. Mas Jesus disse-lhe: Deixa primeiro saciar os filhos; porque não convém tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Ela, porém, respondeu e disse-lhe: Sim, Senhor; mas também os cachorrinhos comem, debaixo da mesa, as migalhas dos filhos. Então ele disse-lhe: Por essa palavra, vai; o demônio já saiu de tua filha. E, indo ela para sua casa, achou a filha deitada sobre a cama, e que o demônio já tinha saído" (Marcos 7:24-30).

Esta passagem bíblica apresenta o drama de uma pobre mãe que não sabia mais o que fazer com sua filha. A menina estava possuída por um espírito imundo. O inimigo fazia o que queria com a vida daquela jovem. Ele a conduzia por caminhos estranhos, tortuosos, escabrosos. Arruinava a sua vida lentamente, jogava por terra seus valores e princípios. A jovem era uma pobre escrava de Satanás.

Tenho a impressão de que mais de um pai carrega a tristeza de ver seu filho caminhando para a morte, como uma pobre vítima e escravo do inimigo, transitando pelo caminho das drogas, dos vícios e da incredulidade.

Esse texto mostra o drama de uma pobre mãe que não sabia mais o que fazer para ajudar a sua filha. Esta menina era vítima da possessão demoníaca.

Meu amigo, o demônio existe; é uma pessoa. Foi um príncipe no reino dos Céus, foi um anjo de luz maravilhoso, diretor dos corais celestiais. A Bíblia afirma que misteriosamente este anjo deu lugar ao egoísmo em seu coração e o egoísmo é a raiz de todos os pecados. Revoltou-se então contra Deus e tentou ocupar o lugar de Jesus, que era adorado pelo Universo inteiro. Houve uma batalha lá no Céu. Jesus e Seus anjos lutaram contra o dragão, mas o dragão foi vencido, foi expulso do Céu e trouxe consigo a terça parte dos anjos.

O diabo e seus anjos são seres reais, existem, andam por aí tentando arruinar as pessoas, tomando posse das pessoas e trazendo aflição aos corações.

É preciso que entendamos este assunto de possessão demoníaca. Quando uma pessoa grita, chora, esperneia, cai no chão, é porque além de ser possuída pelo inimigo é fraca mental, física e emocionalmente. Mas é um grande erro pensar que os únicos possuídos pelo inimigo são aqueles que gritam, choram e caem no chão. Aliás, eles são poucos. A grande maioria não grita, não esperneia, não faz escândalo. A grande maioria das pessoas possuídas nem sequer percebem sua situação.

Como saber se uma pessoa é possuída pelo inimigo? É muito simples. Quando Jesus esteve nesta Terra disse: "Quem não é comigo, é contra Mim..." (Mateus 12:30).

Segundo esta declaração, se não estamos vivendo uma vida de comunhão diária e permanente com Cristo, de maneira natural passamos a ser instrumentos nas mãos do inimigo. A única maneira de não estar possuído pelo inimigo é estar possuído por Cristo. São Paulo afirma: "Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim..." (Gálatas 2:20).

Quando Cristo me possui, Ele estabelece o Seu trono em meu coração. Seu espírito santifica a minha vontade e controla a minha vida. E se eu estou sobre o controle divino, com certeza, não estou sobre o controle do inimigo.

Na vida espiritual não existe terreno neutro. Ninguém pode ficar em cima do muro. "Quem não é comigo", diz Jesus, "é contra mim". Isto é solene. O ser humano não precisa necessariamente abrir o coração ao inimigo. Não aceitar Jesus já é uma decisão em favor do diabo. Na Bíblia achamos dois casos típicos de possessão demoníaca. A jovem do nosso texto é um caso de alguém, que além de ser possuído, é fraco mental, físico e emocionalmente. Por isso o diabo a fazia estremecer e cair no chão.

Mas na Bíblia encontramos o caso de um homem que foi possuído pelo inimigo, mas não gritou, nem caiu no chão: São Pedro. Jesus olhou para ele e disse: " ... Sai de mim Satanás..." (Mateus 16:23).

Naquele momento Pedro estava fisicamente perto, mas espiritualmente longe de Jesus. Ao não pertencer a seu Senhor, naturalmente pertencia ao inimigo, mas não caiu no chão, não gritou, não fez escândalo, porque nem todos os possuídos pelo inimigo fazem escândalos. Aliás, a experiência de Pedro nos prova uma outra coisa. Minutos antes Pedro tinha feito uma declaração extraordinária e Jesus olhando para ele disse: " ... Pedro, isto não te revelou carne nem sangue mas você falou por revelação do Espírito Santo" (Mateus 16:17).

Um tempo depois, Jesus olhou para esse mesmo Pedro e disse: " ... Sai de mim, Satanás..." (Mateus 16:23).

O que fica bem claro é que o fato de hoje estar bem com Jesus não é garantia de que amanhã continuaremos assim.

Não é, uma vez salvo, para sempre salvo. Nossa única segurança é Jesus. Temos que depender dEle diariamente.

Pedro, num momento fazia uma declaração inspirada pelo Espírito de Deus, no momento seguinte era um pobre instrumento nas mãos do inimigo. Mas o fato de um dia ter sido usado pelo inimigo, não quer dizer, também, que estivesse perdido para sempre. Porque quando percebeu sua situação e voltou os olhos para Jesus, foi novamente um instrumento nas mãos de Deus.

Que coisa maravilhosa! Os braços de Jesus sempre estão abertos esperando você. Não importa quão longe está, nem quão fundo tenha caído. Ele o levantará, o transformará e fará de você um novo homem.

Se neste momento você se sente escravizado, não precisa desesperar-se. Se perceber que está longe de Deus, da igreja, de sua família, não precisa pensar que tudo acabou. Há esperança. Jesus o ama. Ele acredita em você. Ele sempre esperou que chegasse este momento do confronto consigo mesmo.

Mas não pense que as pessoas possuídas pelo inimigo fazem sempre coisas grotescas. Eu posso fazer coisas muito boas, ser um cidadão maravilhoso, fazer até obras de caridade, obras maravilhosas, pregar o bem, ajudar as pessoas, realizar obras de filantropia, mas isso não quer dizer que eu estou possuído por Cristo e que estou servindo a Ele. Posso até falar de Jesus, posso até tremer diante do nome de Cristo.

Olhe o que Tiago diz: "Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem e estremecem" (Tiago 2:19).

Está vendo amigo? Não basta crer em Jesus. Temos que viver uma vida de comunhão com Ele. Temos que ajustar a nossa vida aos ensinamentos divinos. Eu tenho que abrir a palavra de Deus e obedecê-la. Muito cuidado porque homens de maneiras polidas e de conduta impecável, podem não passar de pobres instrumentos nas mãos do inimigo. Não basta crer, não basta fazer as coisas boas, temos que viver uma vida diária de comunhão com Cristo.

Evidentemente a jovem de nosso texto não tinha uma vida de comunhão com Cristo e em conseqüência, era dominada pelo inimigo. Agora encontramos o quadro de uma mãe que não sabe o que fazer para libertar a sua filha. Esta mulher ouviu falar de Jesus. Era grega, de origem siro-fenícia. A religião dos gregos, era a religião do racionalismo. Os gregos não acreditavam em nada se não pudessem tocar e ver. Mas aqui estava uma pobre mulher que precisava de uma ajuda que requeria fé em algo que racionalmente parecia não ter sentido. Nenhum dos seus deuses gregos tinha poder para libertar sua filha. Por isso procurou a Jesus, mas antes, precisava aprender uma lição: a vida cristã é, de certa maneira, uma vida ilógica.

Se você quer seguir a Jesus, muitas vezes vai ser incompreendido. Sabe por quê? Porque Jesus muitas vezes faz coisas "loucas", aos olhos dos homens. Um dia Jesus tinha que alimentar uma multidão de quinze mil pessoas e só tinha cinco pães e dois peixes. Uma loucura! Mas essas coisas loucas de Deus, são sabedoria para os que crêem. Outra vez, Ele apareceu andando sobre as águas do mar. Podia até ter aparecido num barco. Era uma loucura andar sobre as águas do mar. Mas as coisas loucas de Deus são sabedoria para os que crêem. Então não se assuste quando, ao abrir a Bíblia, encontrar um Deus que pede para você viver uma vida ilógica. Não fique com medo. Na opinião dos homens, as coisas de Deus são incompreensíveis.

Na maneira de pensar e viver daquela pobre mulher não havia lugar para a fé. Tinha aprendido a racionalizar tudo. Existem hoje pessoas morrendo por falta de Cristo, mas para acreditar nEle querem analisá-Lo num laboratório. A família está se desintegrando; a vida interior está em pedaços; não têm paz; há um vazio que os consome por dentro, mas se recusam a crer em Deus porque não conseguem entendê-Lo como uma questão aritmética onde dois mais dois é igual a quatro.

Amigo, Deus é Deus. Se você pudesse entendê-lo Ele deixaria de ser Deus. Você tem que crer. A vida cristã é uma vida de confiança, de fé. Você tem que se abandonar nos braços de Jesus. Ele não falhou com ninguém. Você não será a primeira pessoa com quem Ele vai falhar. Milhares e milhares de homens têm ido a Jesus como estavam, têm acreditado no Seu poder, têm confiado nEle. E têm voltado vitoriosos. Você não será o único em cuja vida o cristianismo não dará resultado. Mas pelo caminho da lógica e do raciocínio, você não chegará a nenhum ponto. Você terá que acreditar, terá que jogar-se na escuridão sabendo que braços poderosos estarão esperando por você lá embaixo. Isso chama-se fé.

Mas como você pode ter fé se não conhecer a Jesus? Você nunca terá fé se não abrir a Palavra de Deus para saber que na história do mundo houve homens que no momento do desespero resolveram confiar e não ficaram desapontados. Deus sempre respondeu a oração e a confiança deles.

Voltemos ao texto bíblico. Há aqui uma oração sincera. "Senhor", disse a mulher, "por favor, tira o espírito imundo que está dominando minha filha."

O que é a oração? Orar é abrir o coração a Deus, como a um amigo. Compreendeu? Orar é abrir o coração. Em Apocalipse o Senhor Jesus diz: "Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo" (Apocalipse 3:20).

Jesus está tocando a porta do seu coração. Neste momento Ele está batendo e é preciso que você saiba algo: Jesus é a vida. Você precisa de vida? Abra o seu coração a Jesus. Jesus é a saúde. Você precisa de saúde? Abra o coração a Jesus. Ele é a maior bênção espiritual, material, ou de qualquer outro tipo que você precise. Abra o coração a Jesus e deixe-O entrar em sua vida. Jesus é poder para converter. Você precisa que alguém em sua família seja convertido? Abra o coração a Jesus. O que está faltando em sua vida? Qual é o milagre que você está precisando?

Quando você ora, você abre o coração a Jesus, mas isto pode ir contra nosso conceito tradicional de oração, porque você talvez pensasse que orar era ajoelhar-se e dizer: "Senhor me abençoa, me abençoa, me abençoa". Mas o que Jesus está dizendo é que Ele já abençoou você, já o curou, já lhe deu o emprego que você estava procurando, já trouxe seu filho de volta, Ele já transformou o coração duro de seu marido, já reestruturou seu lar, já lhe deu o que estava pedindo. Agora Ele está à porta de seu coração querendo entrar, trazendo consigo todas as bênçãos. Você não tem que orar para pedir, você precisa orar para agradecer pelas coisas que Ele já fez. Orar não é pedir, orar é abrir o coração e deixar que Jesus entre trazendo todas as suas respostas.

Este conceito de oração não deveria ser novidade para nós, está na Bíblia. Quer que eu lhe mostre? Aquela mulher chegou a Jesus dizendo:

- Senhor, tira o espírito da minha filha.

E Jesus pareceu não atendê-la; foi para o outro lado. A pobre mulher foi atrás dele:

- Senhor, tira o espírito da minha filha.

Jesus parecia não prestar atenção e a coitada mulher insistindo:

- Senhor, te peço por favor, me ajuda, liberta minha filha.

E Jesus, olhando para ela, diz:

- Não é justo que eu jogue o pão dos filhos para os cachorrinhos.

E a mulher exercita a sua fé e diz:

- Senhor, até os cachorrinhos têm direito de comer das migalhas que caem da mesa.

"Pastor" - você pode pensar - "o senhor não está sendo claro. Esta mulher não estava pedindo?" Não. Ela pensava que pedia. Jesus não respondeu sua oração no início justamente para conscientizá-la de que ela não estava pedindo. Ela estava acreditando. Se ela estivesse pedindo, teria ido embora porque Jesus não prestava atenção nela. Ele aparentemente a ofendeu, dizendo que não era justo que Ele a abençoasse. Você aceitaria que alguém o comparasse com um "cachorrinho"? Mas a mulher disse:

- Senhor, até os cachorrinhos recebem as migalhas.

Ela estava provando que acreditava no poder transformador de Jesus, e quando o Senhor Jesus viu a fé dela disse:

- Por essa palavra, vai; o demônio já saiu de tua filha.

Meu amigo, quando a mulher estava ajoelhada clamando:

- Senhor liberta minha filha.

Jesus já tinha libertado sua filha a muito tempo, e tudo que faltava para a bênção se materializar era ela crer. Quando ela provou que acreditava, Jesus disse:

- Basta, agora volte para casa. Sua filha já está livre a muito tempo.

O texto bíblico diz que quando a mulher entrou em casa, sua filha estava ali deitada na cama e feliz.

Compreendeu essa maravilhosa mensagem? Então me responda: seu filho está fora da igreja há muito tempo? Você tem orado e chorado por ele? Tem suplicado e pedido, mas parece que nada acontece? Comece hoje a acreditar que a bênção já lhe foi concedida. Feche os olhos; imagine seu filho pregando na igreja, imagine-o cantando, sendo um diretor de jovens. Não fique pensando que Deus responde a oração de todo mundo, menos a sua. Feche os olhos e sonhe, sonhe com a resposta de Deus.

Qual é a resposta que você precisa em sua vida? Feche os olhos; veja a bênção em suas mãos. Acredite na resposta divina, e aceite-a como Deus a dá e não como você gostaria de recebê-la.

ORAÇÃO

Querido Pai, obrigado porque fizeste da oração um meio de comunicação Contigo e obrigado pela certeza que me dás de que as minhas orações são respondidas muito antes de brotarem de meus lábios. Vem neste momento e faz-me sentir a Tua presença em minha vida. Em nome de Jesus, amém.

O Desespero Humano

A obra é dívidida em cinco livros, cada um dividido em diferente número de capítulos, e cada capítulo, por sua vez, dividido em diferente número de aforemas, que, em muitas ocorrências, ainda são subdivididos em "a" e "b". Sören Kierkegaard, em sua obra mais importante, O Desespero Humano, trata da questão do desespero como o único mal para o qual não há cura. A morte, encarada pelo senso comum, como o pior dos males, segundo Kierkegaard, não é um mal menor do que o desespero, pois a própria morte, segundo ele, já foi vencida por Jesus ao ressuscitar Lázaro ou quando ele próprio ressuscitou. Porque o desespero é algo assim tão terrível? É o que Kierkegaard tenta demonstrar na sua obra. Para ele, somos indivíduos únicos, filhos de nossa época e que vivemos apenas uma vez. A importância do indivíduo em si é muito maior do que o Universo como um todo. Kierkegaard se contrapõe aopanteísmo hegeliano dando muito mais valor à minuciosa observação dos mínimos detalhes do que ao “todo”.

Kierkegaard é considerado o pai do existencialismo, pois, segundo ele, mais importante do que a busca por uma verdade única que explique todo o universo, é a busca de verdades que sirvam para cada pessoa individualmente e se adaptem às escolhas que cada um fez para sua vida e a forma como essas pessoas montaram o seu “eu”. Conseqüentemente, a pedra fundamental de sua obra era a existência de cada um. Somente quando realizamos uma escolha estamos realizando a nossa existência. Kierkegaard tinha plena consciência de que viveríamos apenas por determinado tempo e apenas desta vez, por tanto não dá para perdermos tempo com questões que não influenciem em nossa existência, mas sim, agir.

No prefácio do livro, Kierkegaard, escreve: “(...) quero acentuar por uma vez qual a acepção que tem a palavra desesperoem todas as páginas que se seguem. Conforme o título indica, ele é doença e não o remédio. É essa a sua dialética.” Ou seja, para ele, não há mal pior para o homem do que o desespero. O desespero é um mal maior do que a morte. Como Kierkegaard já havia escrito, Lázaro ressuscitou. Mas não é pela ressurreição de Lázaro que a morte não é uma doença mortal, e, sim, por Jesus existir: “Não, não é por causa da ressurreição de Lázaro que essa doença não é mortal, mas por Ele existir, por Ele. Porque na linguagem humana a morte é o fim de tudo, e, como se costuma dizer, enquanto hávidaesperança. No entanto para o cristão, a morte de modo algum é o fim de tudo, e nem sequer um simples episódio perdido na realidade única que é a vida eterna. A morte implica para nós mais esperança do que a vida comporta, até mesmo quando a saúde e a força transbordam”. A morte vista, pelo senso comum, como o pior dos males, não é nada para os verdadeiros cristãos. Nem os demais sofrimentos são nada, tais como desgostos, doenças, misérias, aflição, adversidades, torturas do corpo ou da alma, mágoas e luto. “Nada é doença mortal aos olhos do cristão”. Porém, logo após, Kierkegaard escreve: “Em compensação, o cristianismo descobriu uma miséria cuja existência o homem, como homem, ignora: a doença mortal é essa miséria”. Mas o que é essa doença mortal? O título do primeiro capítulo é esclarecedor: DOENÇA MORTAL É O DESESPERO Mas não nos adiantemos.

No preâmbulo, o nosso filósofo ainda faz uma distinção de suma importância acerca das diferenças entre o cristão ohomem natural: “Pode-se enumerar à vontade tudo o que é horrível ao homem natural – e tudo esgotar, o cristão ri-se da soma. A diferença entre o homem natural e o cristão é semelhante à da criança e do adulto. Nada é para o adulto o que faz tremer a criança. A criança ignora o que seja o horrível. O homem sabe e treme. A deficiência da infância está, primeiramente, em não conhecer o horrível, e em seguida, devido à sua ignorância em tremer pelo que não é para fazer tremer. Igualmente o homem natural. Ele ignora onde verdadeiramente jaz o horror, o que, todavia não o livra de tremer. No entanto, é do que não é horrível que ele treme (...)”. Kierkegaard não era nem um pouco relativista em relação àreligião, como podemos notar pelo parágrafo acima. Ele compara alguém que não é cristão a uma criança e o cristão a um homem adulto. Não há salvação fora do cristianismo, segundo Kierkegaard, embora não podemos acusá-lo deanacronismo, ele é um filósofo posterior aos iluministas e, portanto, poderia ter uma visão mais relativista. Embora ser cristão é, para Kierkegaard, condição imprescindível para superar a morte, também acarreta outro contratempo. “O único que conhece a doença mortal é o cristão. Porque o cristianismo lhe dá uma coragem ignorada pelo homem natural – coragem recebida com o receio dum maior grau de horrível. Verdade é que a coragem de todos é dada e que o receio dum maior perigo nos dá forças para afrontar um menor. E, finalmente, que o infinito temor dum único perigo torna inexistentes todos os outros. Não obstante, a lição horrível do cristão está em ter aprendido a conhecer a doença mortal”. Conhecendo a “doença mortal”, o cristão pode distinguir entre as duas formas de desespero, “daí provem que haja duas formas de verdadeiro desespero. Se o nosso eu tivesse sido estabelecido por nós mesmos, querermo-nos desembaraçar do nosso eu, e não poderia existir esta outra: a vontade desesperada de sermos nós mesmos”. É possível constatar, após a leitura desse trecho, que Kierkegaard acreditava que nosso eu fora estabelecido por Deus, que “criou” a nossa maneira de ser, por isso que não seria possível querermos ser nós mesmos se fôssemos nós próprios que tivéssemos nos criado, por que essa relação já teria ocorrido logo quando inventássemos nossa essência. Para Kierkegaard a única forma de superarmos o desespero é entrar em contato com quem criou a nossa essência, o que só poderia ser possível para o cristão, que é o único tipo de homem que conhece o “verdadeiro” criador. “Essa é fórmula que descreve o estado do eu, quando deste se extirpa completamente o desespero: Orientando-se para si mesmo, querendo ser ele mesmo, o eu mergulha, através da sua própria transparência até o poder que o criou.”

Kierkegaard foi um dos pensadores mais influentes do séc. XIX e um dos precursores da filosofia existencialista, além de um neo-ortodoxo da teologia protestante. Na maioria das vezes a obra de Kierkegaard é mal compreendida. O tema central da filosofia kierkegaardiana é a questão da liberdade humana e o seu entendimento a respeito da natureza do ser humano e da sua autodeterminação. É errônea a idéia de interpretar Kierkegaard apenas do ponto de vista de que seus escritos somente refletem a sua melancolia, pois esse filósofo é muito mais do que um escritor melancólico. Kierkegaard analisa a liberdade humana a partir da angústia e do desespero que fazem parte da vida do homem cristão. É a partir daí que ele pode realizar suas escolhas. O desespero e angústia, nas obras de Kierkegaard, tem uma estrutura complexa e estão estreitamente ligados um ao outro, porém essa ligação pode ser um tanto difícil, já que a sua obra é densa e sujeita a problemas de interpretação e significado. Tanto a angústia quanto o desespero são, para Kierkegaard, uma síntese entre o finito e o infinito, entre o temporal e o eterno. É impossível tratar da análise do conceito kierkegaardiano do desespero sem adentrar, também, no conceito de angústia do mesmo autor, pois ambos estão intrinsecamente relacionados. As suas duas principais obras, sobre o desespero e sobre a angústia, estão assinadas comopseudônimos, mas ambas são tão semelhantes que, ao contrário de várias outras obras suas, não parece ter sido intenção de Kierkegaard desenvolver heterônimos. Esses dois “sentimentos” são dois “estados de humores” que se baseiam na estrutura ontológica do ser humano. Para entender a liberdade e autodeterminação humana, Kierkegaard, ao contrário de muitos outros filósofos examina, não a racionalidade, e, sim, sentimentos e a própria individualidade. Kierkegaard pode ser encarado, por muitos autores, como o primeiro pós-modernista, embora tal idéia é um tantoanacrônica.

A origem do desespero kierkegaardiano está na imaginação, assim como a possibilidade de superar esse desespero através da reunião com Deus. Para Kierkegaard, o homem é feito de um duplo movimento, um em direção ao finito, caracterizado pela morte, e outro em direção ao infinito, que é a vida eterna almejada pelo cristão, único ser que pode superar a morte. Quando apenas um desses movimentos se realiza, entramos em desespero. O desespero consiste em o homem criar uma “falsa relação” consigo mesmo, desarmoniando-se de Deus. Para Kierkegaard, entre o homem e Deus há uma diferença abissal e o homem apenas pode relacionar-se com Deus através dessa diferença absoluta. O desespero inicia quando o homem se distancia de Deus, criando uma realidade imaginária, “perdendo-se no infinito”, “levando uma existência imaginária”. Quando isso ocorre, torna-se impossível ao homem relacionar-se com Deus e ele entra em desespero.

Numa época de indiferença religiosa, quando o homem não se volta mais para dentro de si, quando o homem é escravode sua imaginação, e, conseqüentemente do desespero, a perda do eu, que, para Kierkegaard, é o pior dos castigos pode passar despercebido pela maioria das pessoas, e, a única forma de não perder o “eu”, deixando de existir, é livrar-se do desespero e reconciliar-se com a fonte desse “eu”, que é Deus.

É no contexto da crise da religião que a obra kiekergaardiana se insere. O homem do séc. XIX vê o castelo de cartas das verdades incontestáveis da religião desmoronar e isso o deixa em crise com o mundo e com a sua própria existência. A sua vida perde totalmente o sentido e ele necessita urgentemente de uma nova orientação que lhe dê sentido. Para Kierkegaard, não devemos ficar perdendo tempo com a tentativa de provar a religião através da razão. Para ele, as duas são incompatíveis. Ou Deus existe ou tudo está perdido, portanto, é necessário apegar-se com todas as forças à , que é, segundo o filósofo, a única forma de não submergir nas águas do desespero.